Trevor Hogg conversa com os supervisores de efeitos visuais John Bruno, Phil Tippett, Edson Williams e Bruce Woloshyn sobre o making of de ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1′:
“Bill [Condon] me disse que eles iam dividi-lo em duas partes, porque o livro era muito grande”, lembra o supervisor de efeitos visuais americano John Bruno de sua primeira reunião com o diretor-roteirista vencedor do Oscar para discutir a adaptação cinematográfica de ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer’. Bruno estava intrigado com o conceito. “Bella [Kristen Stewart] se casa, faz sexo vampírico, fica grávida, perde 14 quilos, fica doente, está perto de morrer, eles tiram o bebê a força de dentro dela, ela morre e volta como um vampiro na primeira parte; na segunda parte, temos de experienciar tudo o que acontece à ela como uma vampira. Eu pensei, ‘Bem, isso é diferente. Eu gosto disso. “1275 tomadas de efeitos visuais tiveram de ser concluídas dentro de um cronograma de três meses. “Foi dividido que os lobos seriam [responsabilidade de Phil] Tippett.” Além de aperfeiçoar a característica transformação das criaturas existiam duas questões mais importantes. “As outras coisas eram o ‘Efeito Bella’ e o bebê Renesmee que, no próximo filme. se desenvolve rapidamente [em um adulto].” Bill Condon precisava ser guiado pelo mundo desconhecido dos efeitos visuais. “Bill disse, ‘Eu confio que você sabe o que você está fazendo’”, lembra Bruno, que teve que enfrentar uma grande preocupação do cineasta; Condon não queria que as performances de seus atores fossem substituídas digitalmente. “A coisa mais importante em toda esta abordagem foi nunca perder a expressão e a emoção dos olhos dos personagens.”